11 janeiro 2008

Início dos trabalhos

O trio curitibano iniciou sua temporada futebolística no estilo 'meia-boca'.
O Coxa, a duras penas, meteu 1x0 no Iraty com gol de Dinei (que acabaria expulso logo no primeiro jogo), mas jogando com um time misto, recheado de guris. A torcida compareceu e empurrou o time, o que ajudou o Coxa a se impor perante o 'Azulão' - que também se acovardou. Sobraram vontade e disposição, faltaram categoria e preparo físico. O ataque do Coxa, disperso, pouco ameaçou uma frágil equipe. O lance bisonho da partida foi a entrada abrupta de um substituto do Iraty, que nem sequer assinou a súmula ou avisou ao trio de arbitragem. Custou-lhe o cartão amarelo e evidenciou o amadorismo da organização do torneio paranaense.
O Trétis foi à Pguá enfrentar o Rio Branco e, com força máxima, trouxe 3 pontos, apesar da retranca armada por Itamar Bernardes. O Furaquinho mandou na partida e chegou aos 2x0 logo no primeiro tempo, contando com a boa postura do sistema defensivo, que armou bons contragolpes. Para nós, que jogamos nas quatro linhas, sabemos que é fundamental a defesa roubar a bola e saber sair jogando, para fomentar a linha de ataque - aqueles preguiçosos que recebem tudo mastigado e mandam beijos prá torcida. O Trétis quer ver se angaria alguns trouxas e lança o seu "Sócio Furacão 2008", na tentativa de aumentar seu quadro social e salvar uns cobres. A proposta é ambiciosa: sair de 2.500 para 10.000 em pouco tempo. Difícil funcionar, ainda mais com a já tradicional desavença de Petraglia com a torcida.
A garotada do Paranito suou e ficou no empate com o Iguaçu, na Vila Capanema. Dispostas a mostrar serviço, a piazada procurou impressionar o técnico, que assistia das cabines de imprensa. Mas o empate deixa uma má impressão, já que i tome do Iguaçu foi montado às pressas, carecendo de melhor preparo - tanto que cansou. Aí ficou o jogo do time novato contra o despreparado. Joguinho. A preocupação do Bicolor é tentar manter a garotada, que tem vários dos contratos se encerrando agora.
Surpresa?

A Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) elegeu o melhor técnico da temporada de 2007. E em mais uma eleição futebolística, dominamos! Deu Dunga na cabeça, numa lista que ainda tem Felipão, Jorvan Vieira e Hélio dos Anjos. Sem dúvida, a conquista da Copa América logo de cara deu a Dunga a vantagem necessária. Ainda assim, e sem arriscar um eleito, acho difícil algum brasileiro chegar à mesma conclusão.
Abaixo, a lista completa:
1º Dunga (Brasil) - 148 pontos
2º Slaven Bilic (Croácia) - 101
3º Jorvan Vieira (Iraque) - 83
4º Karel Bruckner (Rep. Tcheca) - 59
5º Joachim Low (Alemanha) - 56
6º Guus Hiddink (Austrália) - 51
7º Otto Rehhagel (Grécia) - 43
8º Raymond Domenech (França) - 40
9º Roberto Donadoni (Itália) - 38
10º Luiz Felipe Scolari (Portugal) e Alfio Basile (Argentina) - 36
12º Silvia Neid (Alemanha/feminino) - 28
13º Hugo Sánchez (México) - 27
14º Leo Beenhakker (Polônia) - 25
15º Alexander McLeish (Escócia) e Hugo Tocalli (Argentina/sub-20) - 21
17º Marco Van Basten (Holanda) - 19
18º Luis Aragonés (Espanha) - 14 e Victor Piturca (Romênia) - 14
20º Richard Páez (Venezuela) - 9
21º Dror Kashtan (Israel) - 8
22º Roy Hodgson (Finlândia) - 7
23º Robert Bradley (Estados Unidos) - 6
24º Hélio dos Anjos (Arábia Saudita), Igor Dobrovolsky (Moldávia) e Robert Nouzaret (Guiné) - 5

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