03 julho 2007

Ruedada

Putzgrila, fim de semana em que a gente faz programa com namorada dá nisso: perde-se o futebol. Preço alto...
Bem, o destaque da rodada ficou a cargo de mais um jogo do Flu. Estréia do Engenhão (isso lá é nome?), com 40.000 torcedores, que agora tem um tricolor já gravado nas paredes históricas. Assim como a Seleção, que tem seu primeiro gol marcado por um jogador do time da camisa mais bonita do Brasil, o novo estádio se curvou ante a magia da túnica tricolor e recebeu, de braços abertos, o golaço de Alex Dias. Pena que foi dele, pois há tempos que o veterano centro-avante não apresenta um futebol digno de confiança - apesar de toda a mística das Laranjeiras! O cara conseguiu perder mais um gol feito, comprometendo o resultado final! Mas, quem saiu com a vitória foi o cada vez mais líder Botafogo. Largura, claro, mas o fato é que o time de General Severiano já está abrindo uma boa dianteira (5 pontos) em relação ao segundo colocado. E isso com o astro-mentira Dodô, vejam bem!
Outro ponto alto do certame foi a recuperação do Palestra Itália em cima do rival do Parque São Jorge - cada vez mais afundado em crise administrativa. O Verdão do Parque Antártica soube explorar as falhas do rival e encaixou um golzinho que bastou para calar a boca dos provocadores e salvar a pele do ameaçado Caio Júnior.
Selección
E a Canarinho continua sofrendo. Apesar do espetáculo de Robinho (que o Dimi insiste em chamar de farsa criada pela imprensa), que jogou pelos 11, o selecionado (selecionado?) brasileiro vem pecando em demasia. Não parece, nem de longe, um conjunto digno de vestir a amarelinha com honra. Verdade que Kaká e Gaúcho fazem falta - fazem falta a qualquer time, mas, cá entre nós, penar para ganhar do Chile e perder pro México é roteiro de time de várzea!
O Digão diria que falta motivação; o Dimi, que o Robinho é uma mentira; o KB, nada, pois chileno não manja de futebol; mas parece que o Dunga anda meio perdido com esse nosso time. A suspeita é que ele escale um batalhão de marcadores na meiúca, ao estilo de Parreira em 94. Se Robinho for o salvador como Romário em 94, é capaz de dar certo. Mas, cá entre nós, o título de 94 dá vergonha. Foi a vitória mais mequetrefe que já vi.
Enquanto isso, los hermanos continuam soberbos. Contra a desmotivada Colômbia, saíram em desvantagem mas reverteram o placar com sobras, num jogo corrido, movimentado e com mais uma grande participação de Riquelme (ou Román, como querem os argentinos). O gol de Milito foi uma pintura: passe de Lucho González, amortecida de cabeça de Tevez e conclusão com uma certa dose de sorte que chacoalharam o barbante colmbiano.

2 comentários:

dimitry disse...

Mesmo desmotivada, a Colômbia deu uma canseira na Argentina, se fosse contra o Brasil, a Colômbia ganhava de 5x0...
E continuo dizendo, Robinho é só um pouco melhor que Denilson!

Anônimo disse...

Esperava + ....
Fraquinho ! Fraquinho !
Bj ! Mi